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O papel do líder e os desafios da gestão de pessoas

Publicado em 05/09/2017

Um dos principais desafios que as empresas enfrentam na gestão de pessoas diz respeito ao clima organizacional

O papel do líder e os desafios da gestão de pessoas

Sabe-se que a gestão de pessoas é um exercício diário, que deve ser praticado por todos os líderes da organização. Vale destacar que não se trata de uma responsabilidade apenas da área de Recursos Humanos. Essa gestão lida com a subjetividade das pessoas, envolvendo a conciliação entre as necessidades delas e os objetivos da empresa.

Nos últimos anos, o trabalhador deixou de ser visto apenas como um elemento influenciado por recompensas materiais e salariais. Ele se tornou parte fundamental da estratégia das companhias. Olhando a gestão de pessoas por esse lado, nos deparamos com um desafio complexo — enfrentado diariamente por todos os líderes e organizações.

Continue a leitura e veja como o papel do líder é essencial para enfrentar os desafios da gestão de pessoas.

A humanização das relações e os resultados das organizações

Para entendermos melhor os desafios da gestão de pessoas, precisamos estabelecer o contexto que envolve a humanização das relações e os resultados das organizações. Os profissionais deixaram de ser vistos apenas como números, elementos influenciados por recompensas — materiais e salariais.

Essa mudança de postura se deu pelo entendimento de que as pessoas são as responsáveis pelos resultados das companhias. Quando elas estão motivadas, são mais produtivas e eficientes. Isso fez com que as empresas investissem em suas relações com os trabalhadores, oferecendo os recursos que promovem o bem-estar deles.

A necessidade de atrair e reter talentos

Já que os funcionários têm uma participação considerável em torno dos resultados das empresas, os gestores viram como necessidade a atração e retenção de talentos. O mercado de trabalho é cada vez mais competitivo e, diante da falta de perspectiva em uma companhia, o profissional busca em outra aquilo que ele precisa.

Por esse motivo, as empresas têm investido cada vez mais nos benefícios que as tornam atrativas para os talentos profissionais. Quando eles chegam nelas, são recebidos com outros recursos e ferramentas com o intuito de mantê-los: home office, folgas, horário de trabalho flexível, café à vontade, pote de balas, cursos, plano de carreira e outros.

O investimento no clima organizacional

Um dos principais desafios que as empresas enfrentam na gestão de pessoas diz respeito ao clima organizacional, que corresponde à percepção dos colaboradores sobre o ambiente de trabalho. Em muitos casos, ele corresponde também à percepção dos demais stakeholders (parceiros, clientes e fornecedores).

Nenhum profissional gosta de trabalhar em um ambiente pesado, contaminado por fofocas, intrigas, especulações ou assédio moral. Quando o ambiente é avaliado de forma ruim, surgem os diversos fatores que influenciam negativamente a motivação dos colaboradores — procrastinação, falta de foco, ausência de perspectiva profissional e outros.

Quando a desmotivação impacta os trabalhadores, o ciclo se fecha novamente. Eles deixam de ser produtivos e os resultados da companhia são afetados. Por isso, as empresas vêm investindo cada vez mais nas suas culturas organizacionais para que o clima seja agradável e estimule o trabalho em equipe, o aprendizado contínuo e o desenvolvimento profissional.

O recrutamento como ferramenta de seleção

A gestão de pessoas deve ser colocada em prática desde o momento em que as vagas de trabalho são anunciadas. O recrutamento deve ser usado como ferramenta de seleção dos profissionais que são compatíveis com a cultura da empresa e que podem contribuir para o clima organizacional que ela tem.

Em vez de selecionar um profissional muito experiente, por exemplo, os recrutadores podem buscar outro que esteja no começo da carreira — mais disposto a aprender e que, ao mesmo tempo, apresenta boas habilidades de comunicação e técnicas de negociação. O intuito, nesse caso, é moldar o perfil profissional de acordo com as necessidades da companhia.

O papel do líder na melhora da gestão de pessoas

Tudo o que listamos até aqui faz parte do papel do líder na melhora da gestão de pessoas. Entre suas funções, ainda destacamos que ele deve agir como um potencializador da produtividade e fornecer os feedbacks necessários para que os erros sejam corrigidos e evitados.

O desenvolvimento dos profissionais também deve ser incentivado pela liderança, bem como o relacionamento interpessoal e o alinhamento com a cultura organizacional.

Gostou do artigo? Deixe o seu comentário a seguir e conte-nos quais são os desafios que você enfrenta na gestão de pessoas em sua empresa!

Isabel Alves Azevedo é a fundadora do GuiaExecutivo.com –  Canal  de conteudo e mentoria para empresas e gestores. Atualmente, conselheira e membro do IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. isabel@guiaexecutivo.com

Postado em: 05/09/2017
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